Higiene Ocupacional Aplicada

CURSO 8

Objetivo:

Capacitar o profissional de segurança e saúde no trabalho para antecipar, reconhecer, avaliar e controlar os agentes físicos como: ruído, calor, frio, vibração e radiações não ionizantes (luz visível e UV) , químicos como: gases, vapores, aerodispersóides e agentes biológicos em ambientes laborais, visando prevenir danos à saúde dos trabalhadores.

Público Alvo:

Engenheiros de Segurança do Trabalho, Enfermeiros do Trabalho, Ergonomistas, Fonoaudiólogos, Fisioterapeutas do Trabalho, Médicos do Trabalho, Tecnólogos de Segurança do Trabalho, Advogados Trabalhistas, Auditores Fiscais do Trabalho, Magistrados do Trabalho, Peritos Trabalhistas e da Previdência Social, Procuradores do Ministério Público Trabalhista.

 

Ementa:
PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA
NR 9, PORTARIA Nº 25 DE 29/12/94:

  • Antecipação e Reconhecimento;
  • Avaliação dos Agentes Químicos;
  • Controle dos Agentes;
  • Nível de Ação;
  • Estrutura do PPRA;
  • Análise Preliminar de Riscos para Higiene Ocupacional – APRHO;
  • Matriz de Decisão 4 x 3 e demais opções.

RUÍDO – AGENTES FÍSICOS
CLASSIFICAÇÃO DE AGENTES QUÍMICOS:

  • Anatomia do Ouvido Externo, Médio e Interno;
  • Som, Ondas e Pressão;
  • Grandeza e Relações Subjetivas;
  • Ruído – Aspectos Não Intuitivos;
  • Variação de Pressão – Decíbel – Soma de dB;
  • Espectro de Ruído – Explicação da Representação;
  • Audibilidade – Curvas IsoaudÍveis;
  • Um aparelho que “ouve” como o ouvido;
  • Curvas A, B, C;
  • Características de Aparelhos de Medição;
  • Slow, Fast, Impulse – Valor RMS e Valor de Pico – Displays;
  • Critérios de Caracterização do Risco;
  • Limites de Tolerância – Anexo 1 – Dose;
  • Anexo 2 – ACGIH;
  • Necessidades de um Dosímetro – q – L100 – Ldetecção;
  • Conceito de Nível Médio;
  • Metodologia de Avaliação Ocupacional – Explicação – Passos;
  • Laboratório – Calibração – Simulação de ambiente com ruído;
  • Obtenção da Dose e do Nível Equivalente – LEQ/LAVG;
  • Adição de sons utilizando calculo – tabela por diferença entre os níveis em dB e o valor a ser adicionado ao maior nível (dB);
  • Calculo de Tempo “T” em minutos/horas;
  • Aplicação dos níveis de ruído pela ACGIH e a Norma NHT da Fundacentro;
  • Critério de cálculo para tempo de exposição conforme ACGIH, OSHA, Anexo 1 (NR 15);.
  • Atenuação de Protetores Auriculares – Método NIOSH 1-2-3;
  • Proteção Real Assumida – RC;
  • Audiometria – Critérios e Interpretação;
  • Exercícios Práticos ;
  • LABORATÓRIO PRÁTICO COM EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO.

AGENTES QUÍMICOS

  • Conceitos e definições de névoa, neblina, fumos, poeira, gases e vapores
  • Identificação de fontes de Agentes Químicos;
  • GRUPOS HOMOGÊNEOS LIMITES DE TOLERÂNCIA:
  • Conceitos e interpretação dos resultados;
  • NR 15, Anexos 11;12 e 13, Portaria n 3.214/78;
  • Limites Brasil: Média Ponderada; valor teto, asfixiantes simples;
  • Limites da ACGIH: TLV – TWA, TLV – STEL, TLV – Ceeling, TLV – Excursion;
  • Correção de limite de tolerância – Brief & Scala.
  • ANEXO 11, PORTARIA N 3.214/78:
  • Valor Teto Brasil;
  • TLV – Ceeling / ACGIH;
  • Caracterização de Insalubridade.
  • ANEXO 11, PORTARIA N 3.214/78:
  • Valor Máximo e Média Ponderada;
  • TLV – TWA / ACGIH; ? Caracterização de Insalubridade.
  • ANEXO 11, PORTARIA N? 3.214/78:
  • Limite de Tolerância para Asfixiantes Simples;
  • TLV – Stel / ACGIH; ? TLV – Excursion / ACGIH;
  • Absorção pela pele – Brasil - Skin – Brasil.
  • EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO DE GASES E VAPORES:
  • Instrumentos de Leitura Direta:
  • Cromatógrafos;
  • Bomba com tubos colorímetricos;
  • Tubos colorimétricos passivos;
  • Analisadores de gases;
  • Detectores de Gases: Fixos e Portáteis; Parâmetros de: Inquérito preliminar, estratégia de amostragem e erros de medição.
  • Calibração de Detectores de Gases;
  • Utilização de Adsorvedores e Absorvedores;
  • Utilização de Monitores Passivos;
  • Metodologias NIOSH para gases e vapores;
  • NHT – 05 AQ/E e NHO 08 – FUNDACENTRO
  • ANEXO 12, PORTARIA Nº 3.214/78:
  • Conceitos e definições: Poeiras e Fibras;
  • Tamanho de partículas e fibras;
  • Poeiras Incômodas e Não Classificadas; Efeitos sobre o organismo;
  • Caracterização de Insalubridade: Sílica.
  • ANEXO 12, PORTARIA N 3.214/78:
  • Metais e compostos metálicos (manganês);
  • Quartzo e misturas que contenham quartzo;
  • Asbestos e misturas que contenham asbesto;
  • Outras Poeiras: carvão, arsênico, etc...
  • EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO PARA AERODISPERSÓIDES:
  • Características dos Equipamentos;
  • Metodologias NIOSH para Aerodispersóides;
  • Normas da FUNDACENTRO: NHT – 02 A/E, NHT – 13 MA, NHT – 03 A/E, NHT – 04 A/E;
  • Erros de Medição.
  • LABORATÓRIO – TEORIA
  • Material usado na coleta: Ciclone, porta- cassete, PAD, filtros, etc.
  • Preparação de amostras, incluindo uso de dissecadores e peso de amostras;
  • Calibração de bombas de amostragem.
  • ANEXO 13, PORTARIA Nº 3.214/78:
  • Avaliação Qualitativa de substâncias químicas: Mercúrio, Arsênico, Hidrocarbonetos Aromáticos, Cromo, Chumbo, etc..
  • Substâncias Cancerígenas: Benzeno, etc....
  • Critérios Adotados.
  • Anexo 13, Portaria nº3.214/78:
  • Defensivos Agrícolas:
  • Classificação de Agrotóxicos;
  • Grupos Químicos: Organoclorados, Organofosforados, Carbamatos, Piretróides, Fumigantes, Dipiridilos, etc...;
  • Formulação e Rotulagem;
  • Equipamentos e Métodos de aplicação;
  • Caracterização de Insalubridade.
  • MEDIDAS DE CONTROLE:
  • Substituição de matéria prima ou substâncias químicas;
  • Alteração do Processo;
  • Uso de EPIs;
  • Enclausuramento e/ou isolamento de ambiente, posto de trabalho e/ou fontes;
  • Controle de Agentes Químicos - Ventilação Industrial.
  • LABORATÓRIO PRÁTICO COM EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO.

VIBRAÇÃO OCUPACIONAL - AGENTES FÍSICOS

  • Exposição do Homem à Vibrações – Tipos – Ocorrência;
  • Sistemas Mecânicos – Freqüência Natural – Transmissividade;
  • O Homem como sistema mecânico;
  • Parâmetros de um movimento vibratório. Representação – Valores;
  • Uso do dB em medição de Vibração;
  • Aspectos da Exposição Ocupacional – Vibração do Corpo Inteiro;
  • Síndrome da Vibração – Estudos NIOSH;
  • Medição da Vibração – Particularidades – Acelerômetros – Cuidados – Sinais e Medição Critérios de Exposição;
  • Norma ISO 2631 – Corpo Inteiro (Antiga);
  • Norma ISO 5349 – Mão e Punho (Antiga);
  • Limites de Tolerância segundo ACGIH 2015.
  • Portaria 1.297, de 13/08/2014 (DOU 14/08/2014, Seção 1) – Anexo 1 (PPRA) e Anexo 8 da NR 15 – Vibração de Corpo Inteiro e Mãos/Braços.
  • NHO 09 – Vibração de Corpo Inteiro – Fundacentro;
  • NHO 10 – Vibração de Mãos e Braços – Fundacentro;
  • Medidas de Controle ? Programa de Controle de Riscos a Vibrações Ocupacionais;
  • Exercícios Práticos - Cálculos;
  • LABORATÓRIO PRÁTICO COM EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO.

CALOR - AGENTES FÍSICOS

  • Exposição Ocupacional ao Calor;
  • Trocas Térmicas – Equilíbrio Térmico;
  • Fatores que influenciam as Trocas Térmicas;
  • Limites de Tolerância – Índice de Bulbo Úmido – Termômetro de Globo (NR 15);
  • Equipamentos de Avaliação;
  • Carta Psicométrica – Temperatura Efetiva (NR 17);
  • Ábaco – Temperatura Efetiva (NR 17);
  • Interpolação;
  • Metodologia de Avaliação Ambiental – Exercícios;
  • Aspectos de Controle;
  • Audiência Pública – Revisão ANEXO 3 – NR 15;
  • LABORATÓRIO PRÁTICO COM EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO.

RADIAÇÃO NÃO IONIZANTE - AGENTES FÍSICOS

  • INTRODUÇÃO À RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES:
  • Natureza das Radiações Não Ionizantes. Ondas eletromagnéticas. Freqüência. Comprimento de Onda;
  • Espectro Não Ionizante. Domínios

RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA:

  • Efeitos. Pele e olhos. Efeitos carcinogênicos;
  • Critérios de Exposição. Limites de Tolerância. Legislação Brasileira. ACGIH;
  • Aspectos de Medição. Equipamentos. Características necessárias para avaliações ocupacionais. Aspectos de Controle; Barreiras. Enclausuramento de Fontes. Proteção Individual;
  • Riscos derivados. Hidrocarbonetos clorados. Formação de Gases Tóxicos.

RADIAÇÃO INFRAVERMELHA:

  • Efeitos. Importância do calor radiante nas exposições ao calor. Efeitos específicos da radiação na pele e nos olhos.
  • Aspectos de Controle nas fontes. Controle na trajetória. Utilização de Barreiras. Controle no Indivíduo. Outros aspectos. Uso de lentes de contato em exposições a Radiação Não Ionizantes.

RADIOFREQUÊNCIA MICROONDAS:

  • Esquema básico de geração e aplicação (Forno doméstico);
  • Efeitos de radiação. Térmicos e não Térmicos. Relação freqüência/penetração. Picos de absorção para o homem;
  • Critérios de Proteção. Limites de Tolerância. Legislação Brasileira. ACGIH;
  • Aspectos de Medição. Equipamentos. Exemplos ilustrativos;
  • Aspectos de Controle. Medidas ambientais e no indivíduo;
  • LABORATÓRIO PRÁTICO (UV/IR).

TÉRMINO DO CURSO DE HIGIENE OCUPACIONAL

  • Retrospectiva do Curso
  • Avaliação do Curso pelos Participantes
  • Agradecimentos

Oferecemos:

Certificação;
Material Didático;
Livreto dos limites de tolerância da ABHO;
Coffee Break.

Instrutor:

JOSÉ LUIZ LOPES

Mestre em Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente – Centro Universitário SENAC – São Paulo/SP.

MBA - Master Business Administration de Gestão Empresarial na FGV – Fundação Getúlio Vargas – Araçatuba/SP.
Engenheiro de Segurança do Trabalho – USP/POLITÉCNICA – SP.
Engenheiro Ambiental – Universidade São Marcos/SP.
Tecnólogo em Gestão Ambiental – Faculdade SENAC de Ciências Ambientais – SP.
Conselheiro Técnico da Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais (ABHO) – SP (2009/2010/2011/2012/2013/2014/2015/2016/2017)
Higienista Ocupacional – ITSEMAP DO BRASIL – Serviços Tecnológicos MAPFRE – SP.
Técnico Higienista Ocupacional Certificado n° 003 pela Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais (ABHO) – Membro 423/SP.
Atuou como Gerente de Higiene Ocupacional e Segurança do Trabalho da ITSEMAP DO BRASIL Serviços Tecnológicos MAPFRE – SP, Consultoria Internacional até meados 2011.
Atualmente é Coordenador de Higiene Ocupacional, Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho da área Florestal na SUZANO PAPEL E CELULOSE em Três Lagoas – MS desde 2011.

Carga Horária: 40 horas.

  

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